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Ritalina 10mg 30 Cápsulas – Novartis

R$ 170,00
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Descrição

Ritalina (Cloridrato de Metilfenidato): Entenda o Medicamento, Seus Usos e Cuidados Essenciais

 

A Ritalina, cujo princípio ativo é o Cloridrato de Metilfenidato, é um medicamento estimulante do sistema nervoso central amplamente reconhecido no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças, adolescentes e adultos, bem como da narcolepsia. Originalmente desenvolvida pela renomada empresa farmacêutica suíça Novartis, uma das líderes globais no setor, a Ritalina está disponível em diversas apresentações, incluindo a versão genérica da Eurofarma.

ALERTA IMPORTANTE: O metilfenidato é um medicamento controlado e seu uso sem prescrição e supervisão médica é estritamente proibido e extremamente perigoso. Ele pode causar efeitos colaterais graves, como aumento da pressão arterial, palpitações, alucinações e dependência química. A Ritalina só pode ser adquirida em farmácias com receita médica.


 

Como o Metilfenidato Age no Sistema Nervoso Central

 

O Cloridrato de Metilfenidato atua como um psicoestimulante, influenciando diretamente a disponibilidade de neurotransmissores cruciais para a função cerebral: a dopamina e a norepinefrina.

  • Mecanismo de Ação: O metilfenidato bloqueia a recaptação desses neurotransmissores nas sinapses neuronais. Isso significa que a dopamina e a norepinefrina permanecem por mais tempo na fenda sináptica (o espaço entre os neurônios), intensificando e prolongando sua ação nos receptores.
  • Efeitos no Cérebro:
    • Dopamina: Neurotransmissor chave na regulação do prazer, motivação e, fundamentalmente, na atenção e controle de impulsos. Seu aumento auxilia na melhora do foco.
    • Norepinefrina: Envolvida na resposta ao estresse e na capacidade de atenção e concentração. A ação do metilfenidato é notável no córtex pré-frontal (essencial para a função executiva, atenção e comportamento) e em regiões subcorticais como o estriado (importante para a regulação motora). Essa atuação combinada melhora a capacidade de atenção e foco, reduz a hiperatividade motora e aprimora o controle da impulsividade.

 

Para Que Serve: Indicações de Uso

 

A Ritalina, com seu componente ativo metilfenidato, é principalmente indicada para:

  1. Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Um distúrbio neurológico que afeta a capacidade de concentração, controle de impulsos e pode causar hiperatividade. A Ritalina ajuda a:
    • Aumentar a concentração e a capacidade de focar em tarefas.
    • Reduzir a impulsividade e a distração.
    • Diminuir a atividade motora excessiva (hiperatividade). Em crianças e adolescentes com TDAH, o medicamento auxilia na melhora do aprendizado e do desempenho escolar. Em adultos, contribui para reduzir a inquietude, a impaciência, a desatenção e a facilidade de tédio, facilitando a organização da vida pessoal e profissional.
  2. Narcolepsia: Caracteriza-se por sonolência excessiva durante o dia, episódios de sono inapropriados e, em alguns casos, perda súbita do tônus muscular (cataplexia). A Ritalina ajuda a estimular a concentração e diminuir a sonolência excessiva.

 

Apresentações do Metilfenidato da Novartis

 

A Novartis, produtora original da Ritalina, oferece diversas formas de metilfenidato para atender às diferentes necessidades do tratamento do TDAH:

  • Ritalina (Liberação Imediata – IR): Oferece um aumento rápido dos níveis do medicamento no sangue, com duração de efeito de cerca de 3 a 4 horas. A apresentação de 10mg (30 cápsulas, como a genérica Eurofarma mencionada) se enquadra nesta categoria.
  • Ritalina LA (Liberação Prolongada): Cápsulas projetadas para liberar o medicamento gradualmente ao longo do dia, proporcionando um efeito mais duradouro e estável (por exemplo, 10mg). Essa formulação é ideal para manter a ação do medicamento por um período estendido.
  • Concerta e Medikinet: Outras marcas da Novartis ou licenciadas que também contêm metilfenidato, oferecendo diferentes dosagens e mecanismos de liberação prolongada.

 

Benefícios do Cloridrato de Metilfenidato no Tratamento do TDAH

 

Quando utilizado adequadamente sob orientação médica, o metilfenidato proporciona diversos benefícios significativos para indivíduos com TDAH:

  1. Melhora da Atenção e Concentração:
    • Aumento da capacidade de foco em tarefas específicas, crucial para atividades acadêmicas e profissionais.
    • Redução da distração por estímulos irrelevantes, permitindo maior persistência em uma única tarefa.
  2. Redução da Hiperatividade e Impulsividade:
    • Diminuição da atividade motora excessiva, tornando os indivíduos menos inquietos.
    • Aprimoramento do controle da impulsividade, promovendo escolhas mais ponderadas e menos precipitadas.
  3. Aprimoramento do Desempenho:
    • Acadêmico: Estudantes podem absorver e reter informações de forma mais eficaz, melhorando o rendimento.
    • Profissional: Aumento da produtividade e eficiência no ambiente de trabalho.
  4. Melhora das Relações Interpessoais:
    • Ao controlar comportamentos impulsivos e hiperativos, o medicamento pode melhorar as interações sociais e familiares.
    • Redução de conflitos e melhora da capacidade de seguir normas sociais.
  5. Aumento da Autoestima e Bem-Estar Emocional:
    • A maior capacidade de autocontrole e foco contribui para o aumento da autoconfiança e autoestima.
    • Diminuição da frustração associada às dificuldades do TDAH, promovendo um melhor bem-estar geral.
  6. Início Rápido e Histórico de Segurança:
    • O metilfenidato geralmente começa a agir em 30 a 60 minutos.
    • Possui um histórico bem estabelecido de eficácia e segurança quando usado conforme prescrito.

 

Como Tomar a Ritalina (Posologia)

 

A dosagem da Ritalina é individualizada pelo médico, levando em conta as necessidades e a resposta clínica de cada pessoa, além da idade e da apresentação do medicamento.

 

1. Para TDAH (Déficit de Atenção e Hiperatividade)

 

Para Ritalina (liberação imediata):

  • Crianças (a partir de 6 anos): Iniciar com 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Aumentos semanais de 5 a 10 mg podem ser realizados. A dose diária total deve ser administrada em doses divididas (por exemplo, no café da manhã e no almoço).
  • Adultos: A dose inicial é definida pelo médico e ajustada conforme a resposta individual.

Para Ritalina LA (cápsulas de liberação modificada):

  • Crianças (a partir de 6 anos): A critério médico, pode ser iniciada com 10 mg ou 20 mg, uma vez ao dia, geralmente pela manhã.
  • Adultos:
    • Para pacientes que nunca utilizaram metilfenidato: a dose inicial recomendada de Ritalina LA é de 20 mg, uma vez ao dia.
    • Para pacientes já em tratamento com metilfenidato: o tratamento pode ser continuado com a mesma dose diária total, adaptada para a formulação de liberação prolongada.

Limite de Dose: Em adultos e crianças, a dose diária máxima de 60 mg não deve ser excedida.

 

2. Para Narcolepsia (Apenas Ritalina – liberação imediata)

 

Apenas a Ritalina (liberação imediata) é aprovada para o tratamento da narcolepsia em adultos.

  • Dose Média Diária: 20 a 30 mg, administrada em 2 a 3 doses divididas.
  • Variações: Alguns pacientes podem necessitar de 40 a 60 mg diários, enquanto para outros, 10 a 15 mg podem ser suficientes.
  • Última Dose: Para evitar insônia, a última dose deve ser tomada antes das 18h.
  • Limite de Dose: A dose diária máxima de 60 mg não deve ser excedida.

 

Possíveis Efeitos Colaterais

 

O Cloridrato de Metilfenidato pode causar efeitos colaterais, que variam em frequência e gravidade. Os mais comuns incluem:

  • Nasofaringite (inflamação do nariz e garganta)
  • Diminuição do apetite (podendo levar à perda de peso ou atraso de crescimento em crianças)
  • Desconforto abdominal, náuseas, vômitos, dor de estômago, boca seca
  • Nervosismo, insônia, inquietação, irritabilidade, mudanças de humor
  • Dor de cabeça, sonolência, tontura
  • Alterações nos batimentos cardíacos (palpitações, taquicardia, batimento irregular)
  • Sudorese (aumento da transpiração)
  • Aumento da pressão arterial
  • Febre
  • Desmaios
  • Reações alérgicas

Nem todos os efeitos colaterais podem ocorrer, mas, se surgirem ou forem preocupantes, é fundamental procurar orientação médica.


 

Riscos Associados ao Uso Prolongado

 

O uso contínuo da Ritalina (Cloridrato de Metilfenidato) exige monitoramento, pois pode estar associado a alguns riscos:

  • Efeitos Cardiovasculares: Pode haver um risco aumentado de eventos cardiovasculares, como ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, especialmente em pacientes com anomalias cardíacas estruturais pré-existentes. Em casos raros, foram relatadas mortes súbitas.
  • Uso Inadequado e Abuso: O metilfenidato tem potencial para ser usado de forma inadequada ou abusiva, principalmente devido à sua capacidade de aumentar a concentração. O uso recreativo, como esmagar comprimidos para injeção ou inalação, pode levar a complicações graves, incluindo bloqueio de vasos sanguíneos. Uma overdose pode resultar em pressão arterial perigosamente alta ou arritmias cardíacas.
  • Efeitos Colaterais a Longo Prazo: Embora eficaz no tratamento do TDAH, o uso prolongado pode acentuar ou causar efeitos como mudanças de humor persistentes, ansiedade, insônia crônica, e perda de apetite/peso significativa.

É crucial que pacientes em uso prolongado de Ritalina realizem consultas médicas regulares para monitorar os efeitos, ajustar a dose e avaliar os riscos contínuos.


 

Quem Não Deve Usar (Contraindicações)

 

A Ritalina é rigorosamente contraindicada nas seguintes situações:

  • Hipersensibilidade ao Cloridrato de Metilfenidato ou a qualquer excipiente da fórmula.
  • Condições Psiquiátricas: Ansiedade acentuada, tensão, agitação. Histórico ou diagnóstico de síndrome de Tourette ou tiques motores e vocais graves.
  • Problemas Endócrinos: Hipertireoidismo (tireoide hiperativa), feocromocitoma (tumor na glândula adrenal).
  • Doenças Cardiovasculares: Distúrbios cardiovasculares pré-existentes, incluindo hipertensão grave, angina (dor no peito), doença arterial oclusiva, insuficiência cardíaca, doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa, cardiomiopatias, histórico de infarto do miocárdio, arritmias que potencialmente ameaçam a vida e distúrbios causados por disfunção dos canais iônicos.
  • Glaucoma.
  • Interação Medicamentosa: Uso concomitante ou em até 2 semanas após a descontinuação de inibidores da monoaminoxidase (IMAO), devido ao risco de crises hipertensivas graves.
  • Gravidez e Lactação: Não deve ser utilizada por mulheres grávidas ou lactantes, a menos que o médico avalie o risco-benefício e seja estritamente necessário.

 

Alternativas Naturais e Complementares para o TDAH

 

Embora a medicação seja uma parte importante do tratamento do TDAH para muitos, existem abordagens naturais e complementares que podem ajudar a gerenciar os sintomas, especialmente quando integradas a um plano de tratamento abrangente e sob orientação profissional. É fundamental sempre consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer nova terapia ou suplemento.

  1. Suplementos Nutricionais: Alguns estudos sugerem que certos suplementos podem ser benéficos para pessoas com TDAH, mas os resultados podem variar e a interação com medicamentos deve ser considerada. Incluem:
    • Zinco, Ferro, Magnésio: Minerais importantes para a função cerebral.
    • Óleo de Peixe ou Ácidos Graxos Ômega-3: Essenciais para a saúde cerebral e podem influenciar a atenção.
    • L-Teanina e L-Tirosina: Aminoácidos que podem apoiar a função cognitiva e a produção de neurotransmissores.
  2. Mudanças na Dieta: Ajustes alimentares podem impactar positivamente a função cerebral e intestinal, otimizando a síntese de neurotransmissores.
    • Consumo de Ômega-3 (peixes gordurosos, sementes de linhaça).
    • Alimentos ricos em antioxidantes (frutas e vegetais coloridos).
    • Alimentos ricos em magnésio (nozes, sementes, vegetais verdes folhosos).
    • Probióticos (iogurte, kefir, alimentos fermentados) para a saúde intestinal.
    • Evitar alérgenos: Algumas dietas restritivas podem melhorar o comportamento em crianças com TDAH.
  3. Terapias Comportamentais e Mentais:
    • Biofeedback EEG: Técnica que ajuda a autorregular a atividade cerebral e melhorar a atenção.
    • Terapia Comportamental ou Parental: Abordagens que desenvolvem estratégias para lidar com os sintomas do TDAH e melhorar o funcionamento diário.
    • Ioga ou Tai Chi: Exercícios que promovem a calma, reduzem a hiperatividade e melhoram o foco.
  4. Estilo de Vida:
    • Tempo ao Ar Livre: Passar tempo na natureza pode ter efeitos positivos na concentração e no bem-estar geral.
    • Atividade Física Regular: Ajuda a liberar energia e melhora a função cognitiva.
    • Sono Adequado: Crucial para a saúde cerebral e o manejo dos sintomas do TDAH.

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